Platinum

19 maio 2010 | por Epiphanie | Categoria: Materiais

Imagem: Money Fest

E da série de posts sobre os metais e pedras preciosas utilizadas no mundo das jóias, apresentamos a Platina.

Usada em tempos antigos, somente em 1735 a platina foi reconhecida como elemento químico. É o mais raro dos três metais preciosos – ouro, prata, platina – e é o mais valioso.

Diferentemente da prata, a platina é quimicamente inerte e resistente à corrosão – então não fica preta com o passar do tempo…

Este metal é um pouco mais denso que o ouro puro e cerca de duas vezes mais denso que a prata. Por esta razão, os ourives antigos tinham dificuldade em obter a temperatura necessária para derreter platina e somente no século XX se conseguiu alcançar a tecnologia necessária para trabalhar com facilidade este metal precioso.

A platina é formada em rochas ígneas pobres em sílica e em ambientes sedimentares, encontrada em pequenos grãos quase invisíveis a olho nu. As jazidas mais importantes estão na África do Sul, Canadá, Estados Unidos, Rússia, Austrália, Colômbia e Perú.

Durante o final do século XVIII, a platina teve alguns usos industriais (para fazer instrumentos de laboratório duráveis em Berlim e na produção de vidro na França), e logo começou a impressionar joalheiros e ourives, como por exemplo Marc Janety, ourives real de corte de Luiz XVI, e Pierre Chabaneu, da Espanha, que começaram a utilizar a platina para confeccionar talheres caríssimos, relógios, correntes e botões de casacos.

Porém, a platina só passou a ser usada na joalheria depois de 1920… sendo assim, as jóias neste metal são mais atuais.

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